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Cerca de 4,2 milhões de domicílios passaram agosto apenas com renda do auxílio emergencial, diz Ipea

29.09.2020

Nordeste tem a maior proporção de domicílios que dependeram exclusivamente da renda extra. Levantamento aponta que entre os domicílios mais pobres do país, benefício do governo federal fez a renda domiciliar aumentar em 132%.

Por todo o país, milhares de brasileiros enfrentaram filas nas agências da Caixa Econômica para tentar receber o Auxílio Emergencial — Foto: Jheniffer Núbia/G1

 

Um estudo divulgado nesta terça-feira (29) pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) aponta que, em agosto, cerca de 4,2 milhões de domicílios brasileiros tiveram como única fonte de renda o Auxílio Emergencial de R$ 600 do governo federal.

Segundo o levantamento, o Nordeste foi a região do país com a maior proporção de domicílio que contaram apenas com o benefício, sem qualquer outra fonte de renda. Nos estados do Piauí e Bahia, passou de 13% o total de famílias dependentes exclusivamente do auxílio.

O Ipea apontou que a ajuda financeira foi suficiente para superar em 41% a perda da massa salarial entre as pessoas que permaneceram ocupadas em agosto. Entre os domicílios mais pobres, no entanto, a alta na renda habitual no mês foi de 132% do que teria sido sem o recebimento do auxílio.

O autor da pesquisa, Sandro Sacchet, apontou que “o papel do Auxílio Emergencial na compensação da renda perdida em virtude da pandemia foi proporcionalmente maior do que no mês anterior”.

Na comparação com julho, de modo geral, os trabalhadores receberam em agosto 89,4% dos rendimentos habituais (2,3 pontos percentuais acima de julho) – R$ 2.132 em média, contra uma renda habitual de R$ 2.384.

Já os trabalhadores do setor privado sem carteira assinada receberam 86,1% do habitual (contra 85% no mês anterior). Trabalhadores do setor privado com carteira e funcionários públicos continuaram a obter, em média, mais de 94% do rendimento habitual.

O Ipea destacou que a recuperação do nível de renda foi maior entre os trabalhadores por conta própria, que receberam em agosto 76% do que habitualmente recebiam, contra 72% em julho, alcançando rendimentos efetivos médios de R$ 1.486.

“Ainda que tenham recuperado parcela mais significativa da perda salarial devida à pandemia, os conta-própria continuam tendo um dos menores índices de renda efetiva”, enfatizou o estudo.

Ainda segundo o Ipea, grupos de trabalhadores que mais sofreram os impactos da pandemia também apresentaram recuperação da renda mensal em agosto. É o caso dos trabalhadores de atividades artísticas, esportivas e recreação, que tiveram aumento médio de 15% na renda.

 

 

 

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