Minas deve ter 'queda expressiva' de casos de coronavírus daqui a 15 dias, diz governo

Segundo secretário de Saúde, Carlos Eduardo Amaral, platô da pandemia deve seguir até meados de agosto. SES-MG monitora mais de 300 focos de coronavírus no estado.

Minas Gerais deve continuar no platô da pandemia de coronavírus pelos próximos 15 dias, como informou o secretário de estado de Saúde nesta segunda-feira (27). De acordo com Carlos Eduardo Amaral, depois desse tempo, é provável que "comece uma redução dos números de uma forma geral".

De acordo com o último boletim epidemiológico da Secretaria de Estado de Saúde (SES), divulgado nesta manhã, só 60 dos 853 municípios mineiros estão livres de casos da doença, que já fez 113 mil pacientes. O número de mortos chegou a 2.461.

"Tudo leva a crer que estamos no nível de ocupação de leitos máximo. Há uma tendência natural que isso comece a reduzir à medida que o tempo passe. Estamos trabalhando com um universo de tempo por volta de 15 dias. Isso não é uma matemática exata", explicou Amaral.

Ainda segundo o secretário, a ocupação de leitos é o primeiro item analisado na evolução da pandemia e tem se mantido constante há pelo menos 10 dias.

"De uma forma geral, entendemos que esse platô deve durar até meados de agosto e, aí sim, começaremos a ver uma queda expressiva. Naturalmente, isso tem vários fatores associados: de contaminação, até mesmo climáticos, a parte da mobilidade e do distanciamento. (...) Desta semana até a próxima, os números tendem a começar a reduzir. Temos que manter os cuidados para que isso se concretize", disse.

Mais de 300 focos monitorados

Em resposta ao G1, Amaral destacou que a SES-MG monitora atualmente 327 surtos de coronavírus, distribuídos em 164 cidades. Em junho, eram 14.

"Surtos nós entendemos quando temos mais de três indivíduos acometidos em uma unidade restrita, como uma empresa ou um asilo. A característica dessa epidemia tem sido de termos vários surtos", explicou.

Um destes focos é o asilo São Vicente de Paulo, em Alfenas, no Sul de Minas Gerais. A cidade tem 14 mortes confirmadas por coronavírus, sendo 12 de idosos desta instituição.

O secretário disse ainda que, junto com as secretarias municipais de saúde, os focos são identificados e contidos para que não se espalhem por toda a região.


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