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Taxa de isolamento em MG está abaixo do ideal, segundo Secretaria de Estado de Saúde

De acordo com o último boletim epidemiológico do governo, número de mortos pela Covid-19 chegou a 344.

Chefe de gabinete da Secretaria de Estado de Saúde, João Pinho — Foto: Reprodução/Rede Minas

"O estado de Minas tem um isolamento abaixo do que seria interessante para esse momento", disse o chefe de gabinete da Secretaria de Estado de Saúde (SES), João Pinho, em resposta ao G1 durante entrevista coletiva realizada nesta sexta-feira (5).

De acordo com a Inloco, empresa que faz o monitoramento desses índices para o governo estadual, MG está, até esta sexta, entre os três piores estados em níveis de isolamento, com 36,1%. Ele fica atrás apenas de Goiás, com 34,9%, e Tocantins, com 33,9%. Quanto menor o número, menor a adesão ao distanciamento pela população.

Em maio, ainda segundo a empresa, as taxas em Minas Gerais variaram entre 36,8% a 40% nos dias de semana. O percentual máximo de mineiros que ficaram em casa foi de 51,9%, no dia 24 de maio, um domingo.

Pinho disse, nesta sexta, que as taxas pré-pandemia ficavam, em média, entre 30% e 40%. No final de março, o valor chegou a 70%, mas vem caindo desde então.


"Queremos estar próximos da vida em sociedade de um modo geral, mas, cada vez que a gente diminui o nosso isolamento, a gente está mais suscetível a contrair a doença", completou Pinho.


De acordo com o último boletim epidemiológico da Secretaria de Estado de Saúde (SES), divulgado nesta manhã, Minas Gerais teve 21 mortes por coronavírus registradas em 24h, chegando a 344 no total. O número de casos confirmados de Covid-19 passou de 13,9 mil.

O secretário adjunto de Saúde, Marcelo Cabral, reforçou a importância do isolamento social. "A orientação que a gente dá é que as pessoas mantenham medidas de distanciamento social. Quando falamos do 'Minas Consciente', não é uma autorização para que as pessoas vão para as ruas de maneira desordenada", disse.


Hospital de campanha


Marcelo Cabral falou ainda sobre o hospital de campanha montado no Expominas, no bairro Gameleira, Região Oeste de Belo Horizonte. No início da pandemia, a SES previa a utilização dos leitos para agora, começo do mês de junho. Com o pico adiado para julho, ainda não há data para início de ocupação da unidade.

Nesta quinta-feira (4), foi aberto um chamamento para organizações sociais (OS) que tenham interesse em gerir o hospital de campanha.

"Tomara que a gente não use e que não tenha uma data pra início da utilização. O hospital de campanha é uma reserva para eventual estrangulamento da rede de saúde. Quando ele for necessário, será um demonstrativo de que a gente estará numa situação mais delicada", disse o secretário adjunto.

Secretário adjunto de saúde de Minas Gerais, Marcelo Cabral — Foto: Reprodução/Rede Minas

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