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Sem resultado nas primeiras medidas, Guedes promete mais crédito a empresas

Ministro da Economia admitiu que o governo ainda não conseguiu fazer com que o crédito chegasse às empresas durante a pandemia da covid-19

 

O ministro da Economia, Paulo Guedes, reconheceu, nesta sexta-feira (29/5), que as medidas de crédito anunciadas pelo governo com o intuito de socorrer as empresas brasileiras durante a pandemia do novo coronavírus não estão sendo efetivas. Ele prometeu, então, lançar "uma nova rodada de programas de crédito" em breve.

 

"Esse crédito é insuficiente. O desempenho não é satisfatório, claramente. Nós admitimos e estamos trabalhando fortemente nisso nas últimas duas, três semanas, aperfeiçoando os programas de crédito. Vamos jogar uma nova rodada de programa de crédito", disse Paulo Guedes nesta sexta-feira (29/05), durante o webinar Gás para o Desenvolvimento, que foi promovido pelo Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).

 

Guedes, contudo, não deu detalhes dos próximos projetos de crédito. Ele só afirmou que o BNDES também estará à frente do programa. Já foi prometido pelo governo, contudo, que o BNDES vai oferecer financiamentos para as médias e grandes empresas através do Fundo Garantidor de Investimentos (FGI). A medida é esperada há semanas pelo setor produtivo, mas ainda está sendo regulada, assim como o Programa Nacional de Apoio às Microempresas e Empresas de Pequeno Porte (Pronampe), que promete socorrer as micro e pequenas empresas na pandemia do novo coronavírus.

Justificativa

 

O ministro, por outro lado, também tentou justificar o fato de muitas empresas não estarem conseguindo os recursos que precisam para sobreviver à crise da covid-19 no mercado financeiro, mesmo depois de o governo anunciar uma série de linhas de crédito emergenciais para a pandemia.

"Na dimensão do crédito, o dinheiro ainda não chegou na ponta para muita gente. Mas é importante entender que, embora a oferta de crédito tenha subido bastante, a demanda de crédito também aumentou de forma explosiva. O capital de giro das empresas acabou, porque a economia travou. Quando todas as empresas têm queda de faturamento, é natural que falte capital de giro", alegou o ministro.

 

Ele ainda alegou que o crédito foi o único ponto do programa econômico de enfrentamento ao coronavírus que não está sendo eficiente. Isso porque, para Guedes, o auxílio emergencial tem chegado de forma efetiva aos mais vulneráveis e a Medida Provisória (MP) 936 tem ajudado a preservar empregos e também empresas, já que possibilitou temporariamente a suspensão dos contratos de trabalho e a redução de salários dos trabalhadores formais, evitando demissões e reduzindo o custo das empresas.

 

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