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'Minas Consciente': protocolos sanitários para prefeituras estão valendo a partir desta quin

Programa "Minas Consciente" foi publicado no Diário Oficial do Estado e, neste primeiro momento, diz respeito às atividades essenciais, já em funcionamento, na chamada "Onda verde".


Começa a valer nesta quinta-feira (30) o programa 'Minas Consciente', com os protocolos sanitários que devem ser seguidos pelas prefeituras do Estado, para que possam fazer a reabertura dos estabelecimentos em meio à pandemia do novo coronavírus.

Lançado pelo governador Romeu Zema (Novo) na última terça, ele está publicado na edição desta quinta do Diário Oficial do Estado. No lançamento, o governador destacou que a decisão final é de cada prefeito a partir da análise da situação local.


"Não é volta à normalidade. É volta a uma nova normalidade. Vamos talvez entrar o ano de 2021 com esses protocolos de segurança. É uma mudança de vida com a qual temos que ir nos acostumando", frisou Romeu Zema, na ocasião.


Apesar das novas regras, o secretário de Estado de Saúde, Carlos Eduardo Amaral, solicitou que a população fique em casa.


"Não está no momento de todo mundo ir às ruas, fazer compras. Não é fácil ficar em casa e ter circulação restrita", ressaltou.


O programa para flexibilização do funcionamento do comércio vinha sendo anunciado desde a semana passada. Neste primeiro momento, ele diz respeito às atividades essenciais, já em funcionamento, na chamada "Onda verde".

Fazem parte desta categoria, atividades como horticultura, pesca, produção de laticínios e serviços bancários. No site, há orientações para prefeitos, empresários e cidadãos. A adesão dos municípios caberá ao executivo de cada cidade.

De acordo com o último boletim da Secretaria de Estado de Saúde (SES), divulgado nesta terça-feira, Minas Gerais tem mais de 70 mortes pela doença. O número de casos confirmados de coronavírus passa de 1,6 mil.

O secretário de Saúde Carlos Eduardo Amaral informou que há, no Sistema Único de Saúde (SUS) de Minas Gerais, 4654 respiradores.


"O movimento é dinâmico, é impossível saber a taxa de utilização. Temos a visão de pacientes em terapia intensiva e de quantos pacientes estão com desconforto respiratório e suspeita de Covid", explicou

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