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Milho abre o dia estável na Bolsa de Chicago com comerciantes se preparando para o vencimento de maio

As principais cotações registravam movimentações máximas de 0,50 pontos por volta das 08h53 (horário de Brasília)

A quarta-feira (24) começa com os preços internacionais do milho futuro operando praticamente estáveis e com leves altas em alguns contratos na Bolsa de Chicago (CBOT). As principais cotações registravam movimentações máximas de 0,50 pontos por volta das 08h53 (horário de Brasília). O vencimento maio/19 era cotado à US$ 3,51, o julho/19 valia US$ 3,60 e o setembro/19 era negociado por US$ 3,68.

 

Segundo análise de Bryce Knorr da Farm Futures, os preços do milho estão mais estáveis nesta manhã, depois de negociados em uma faixa de apenas um centavo e um quarto durante a noite.

 

“O volume está acelerado, mas a maior parte do comércio está chegando novamente em maio-julho, com os comerciantes se preparando para o vencimento das opções de maio na próxima sexta-feira, e o início das entregas na próxima semana”, aponta Knorr.

 

Após as quedas das cotações de ontem, as notícias que os Estados Unidos e a China vão se reunir para semanas consecutivas de negociações comerciais ajudaram a finalmente elevar os ânimos da noite para o dia.

 

Confira como fechou o mercado na última terça-feira:

Avanço do plantio americano deixa cotações do milho dessa 3ªfeira em baixa na Bolsa de Chicago

A tendência de baixa que esteve presente durante toda essa terça-feira (23) permaneceu nos preços internacionais do milho futuro até o final do dia. Com isso, as principais cotações registraram desvalorizações entre 2,75 e 3,50 pontos na Bolsa de Chicago (CBOT).

 

O vencimento maio/19 foi cotado à US$ 3,51, o julho/19 valeu US$ 3,60 e o setembro/19 foi negociado por US$ 3,68.

 

Segundo análise de Ben Potter da Farm Futures, os preços do milho caíram cerca de 1% na terça-feira devido ao avanço do plantio americano no Corn Belt na semana passada. No último relatório de progresso da safra do USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos), na tarde de segunda-feira, a agência informou que 6% da safra de milho deste ano foi plantada em 21 de abril, ante 3% na semana anterior.

 

Outro fator que segue influenciando o mercado é a negociação comercial entre os Estados Unidos e a China, que continuam avançando lentamente e sem nenhuma perspectiva de resolução breve.

“Você tem dois grandes problemas com a China: sua guerra comercial não resolvida e a peste suína africana, ambos problemas gigantescos quando se trata de demanda”, disse Joe Vaclavik, presidente da Standard Grain.

 

Peste suína africana, que é fatal para os porcos, mas inofensiva humanos, se espalhou para todas as províncias do continente chinês desde sua detecção inicial em agosto de 2018, aumentando a preocupação sobre uma queda na demanda chinesa por alimentos, incluindo soja e milho.

 

Mercado Interno

 

Já no mercado interno, os preços do milho disponível permaneceram sem movimentações em sua maioria. Em levantamento realizado pela equipe do Notícias Agrícolas, as desvalorizações apareceram somente nas praças de Ponte Grossa/PR (1,54% e preço de R$ 32,00), Ubiratã/PR, Londrina/PR e São Gabriel do Oeste/MS (1,92% e preço de R$ 25,50), Luís Eduardo Magalhães/BA (2,78% e preço de R$ 35,00), Porto Paranaguá/PR (3,03% e preço de R$ 32,00), Não-Me-Toque/RS (3,33% e preço de R$ 29,00) e Jataí/GO e Rio Verde/GO (3,45% e preço de R$ 28,00).

 

Não foram percebidas valorizações nessa terça-feira.

 

De acordo com a XP Investimentos,o mercado físico segue frouxo. Alguns compradores locais voltaram ao mercado diferido ofertando R$ 35,00/sc e foram efetivos. Após a reposição dos estoques consumidos nos últimos dias, boa parte já volta a adotar postura retraída. A preferência ainda é pelas cargas do Centro-Oeste e de Minas Gerais, que aparece com referências abaixo do mercado tributado pela necessidade de segurar a soja nos silos e armazéns.

 

Nos campos, o bom volume de chuvas conduz um desenvolvimento das lavouras de inverno animador e os números finais de safra devem ficar próximos aos maiores da história. O cenário externo é baixista (estoques elevados, superproduções e baixa demanda para rações) e nem mesmo as altas do dólar frente ao real está sendo suficiente para sustentar as indicações no porto.

 

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