Açúcar: preços fecham mistos em Nova York; Londres tem queda em todas as telas


Na tela março/18 e maio/18, a commodity teve queda de um ponto, sendo comercializada a 15.09 centavos de dólar por libra-peso em ambas. Os demais vencimentos tiveram alta, com preços firmados entre um e três pontos para cima.

Segundo a Czarnikow Sugar, o futuro dos preços do açúcar é incerto. "Durante a safra 2016/17, o tempo foi mais seco do que o habitual entre junho e setembro, o que pode ter afetado o desenvolvimento da cana que será colhida ao final da safra. Porém, são as chuvas a partir de novembro que influenciarão a disponibilidade de cana em 2018/19", afirmou a consultoria.

"Com menos investimentos no canavial e uma idade média da cana elevada, uma queda já é esperada, mas caso o volume de chuvas durante os próximos meses vier abaixo da média, a produção pode ser ainda menor", informou ainda a análise da Czarnikow.

Em Londres, o dia fechou com desvalorização em todos os lotes. Os contratos para dezembro/17, fecharam em baixa de 7,80 dólares, negociados a US$ 392,40 a tonelada. As cotações para março/18 foram firmadas em 2,00 dólares para baixo, com preços fixados em US$ 390,80 a tonelada. Os demais contratos caíram entre 50 cents de dólar e 1,60 dólar.

Mercado interno

Ontem (15), o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada, da USP, que fornece os preços do açúcar no Brasil, não funcionou, devido ao feriado da Proclamação da República do país. Já na terça-feira (14), a saca de 50 quilos do tipo cristal fechou em R$ 65,04, alta de 1,58%.

Etanol

O etanol hidratado também teve valorização na última terça-feira (14), segundo a Esalq/BVMF. O biocombustível foi vendido a R$ 1.748,00 o metro cúbico, alta de 0,17% no comparativo com o dia anterior.

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