Carne de frango: desempenho em 2016 por item exportado


No balanço final das exportações de carne de frango de 2016, analisado o desempenho dos quatro itens negociados – frango inteiro, cortes de frango, industrializados de frango e carne de frango salgada – constata-se que a quantidade exportada só não foi maior devido ao frango inteiro, cujo volume no ano recuou mais de 2%. Ou seja: os demais itens apresentaram crescimento.

Apesar de ser o item mais barato, o frango inteiro também enfrentou uma das maiores quedas no preço médio – redução de 10,23%, índice superado apenas (mas muito ligeiramente) pela carne de frango salgada. De toda forma, nenhum dos quatro itens exportados registrou variação positiva de preço que, na média geral, recuou mais de 6% em relação a 2015 e acabou correspondendo ao pior resultado dos últimos nove anos.

Como, além de registrar queda no volume, enfrentou ainda uma das maiores reduções no preço médio, o frango inteiro apresentou a maior queda na receita cambial, mais de 12% inferior à de 2015. Mas não esteve sozinho, pois apenas os industrializados registraram aumento de receita.

Uma vez, porém, que respondem por menos de 4% do volume total e por pouco mais de 6% da receita cambial total, os industrializados não impediram que a receita global das exportações de carne de frango apresentasse evolução negativa, recuando 4,36% no exercício passado. Foi, aliás, a primeira vez em sete anos que o valor registrado ficou aquém dos US$7 bilhões.

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