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Forte exportação de carne suína deve se manter e chegar a 700 mil t no ano

O setor tem observado uma reação do preço da carne e do suíno nas últimas semanas, influenciado pelo aumento da demanda pelo produto, que tende a ser maior na segunda metade do ano

 

 

As exportações de carne suína brasileira devem manter o ritmo acelerado no restante do ano, chegando a um volume entre 680 mil e 700 mil toneladas nos 12 meses de 2016, disse o diretor executivo da Associação Brasileira de Criadores de Suínos (ABCS), Nilo de Sá, àCarneTec na sexta-feira (7).

O setor tem observado uma reação do preço da carne e do suíno nas últimas semanas, influenciado pelo aumento da demanda pelo produto, que tende a ser maior na segunda metade do ano.

“Historicamente, sempre temos o segundo semestre melhor em preços do que o primeiro”, disse Sá. “Temos melhores exportações, o que ajuda a deixar o mercado interno com menos oferta, e as exportações têm vindo de maneira muito forte.”

De janeiro a setembro, o Brasil exportou 474 mil toneladas de carne suína in natura, 41,2% acima do registrado nos nove primeiros meses do ano passado. O valor já supera o total de carne suína in natura exportada durante todo ano de 2015, segundo dados da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA).

Sá considera que o preço atualmente pago pelo suíno nas principais praças do país, de cerca de R$ 4,20/kg, é um valor bom. “O problema é o custo de produção e não o preco de comercialização”, disse. “O fato é que, com esse preço entre R$ 4,20 e R$ 4,40, a gente não poderia pagar mais que R$ 30 na saca de milho.”

A saca de milho fechou a R$ 43,75 na quinta-feira (6), segundo o indicador de preços do grão da Esalq/Cepea, uma valorização acumulada de 5,35% no mês de outubro.

Com a aprovação de importação de milho transgênico dos Estados Unidos ocorrida na semana passada e a manutenção da forte demanda por carne suína, o diretor da ABCS espera que o segmento possa recuperar margens. Mas ele afirma que ainda é difícil mensurar em quanto a entrada do milho norte-americano poderá reduzir o custo de produção de suínos e acrescentar margens.

A liberação para a entrada do milho dos EUA no país era a principal medida esperada pelo setor para ajudar a reduzir o custo do grão.

Em julho, analistas do Rabobank disseram em relatório que a indústria brasileira de carne suína deveria recuperar margens no segundo semestre, com expectativa de atenuação nos preços do milho combinada ao aumento das exportações da carne e preços mais elevados.

Sá disse que a expectativa para crescimento da produção de carne suína em 2016 é de 5% a 6%, em relação a 2015.

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